Meiembipe, Desterro, Grande Florianópolis: Territórios de Resistência

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é terra de gentes de muitos lugares, mas não é uma terra à parte: a Universidade compõe o mosaico da Grande Florianópolis, região que é um retrato de anos de luta e resistência.

Como força do movimento estudantil da UFSC, entendemos que esse importante setor de luta da cidade precisa conhecer e manter vivo o histórico de insubmissão de quem faz parte desse território. “Romper os muros da Universidade” ou “sair da torre de marfim” são frases vazias se nem ao menos conhecemos as experiências de luta popular da maior parte da população, que sabemos que nunca passou pela Universidade Pública.

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Florianópolis foi palco de muitas manifestações contra os de cima, atos repletos de ação direta e protagonismo popular. Suas ruas sempre foram ocupadas pelo povo, mesmo que seu nome atual traga amargamente a memória de um ditador – embora já tenhamos sido Meiembipe e Desterro.

Esse texto procura mostrar uma Florianópolis que não é de Floriano, mas de tantas desterradas e desterrados, Marias e Josés, desconhecidas na história, trazendo à tona uma cidade diferente dos luxos burgueses vendidos nos jornais. Ilha da Magia: ela é do povo, não é da burguesia!

Buscamos reunir um pouco do histórico das lutas desse povo, sabendo que este registro será, sem dúvidas, incompleto. Mas encaramos ele como uma tarefa contínua de pesquisa militante, trabalho capaz de informar e inspirar nossas lutas cotidianas com uma história que é nossa também, uma história que nos trouxe até aqui.

Organizamos este material em diferentes eixos de luta e montamos um guia de referências para adentrar e se demorar nos detalhes dessas memórias rebeldes através de textos, vídeos, depoimentos e demais registros.

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Desejamos uma boa leitura!

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